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16/04/2013


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15/04/2013


"Cientistas desenvolvem rim em laboratório"

Segundo especialistas, técnica baseada em reestruturação do órgão do próprio paciente mostrou 'grande potencial'.

Da BBC

Rim de rato desenvolvido em laboratório (Foto: BBC) 
Rim de rato desenvolvido em laboratório (Foto: BBC)
 
Um rim "criado" em laboratório foi transplantado para animais onde começou a produzir urina, afirmam cientistas norte-americanos.
A técnica, desenvolvida pelo Hospital Geral de Massachusetts e apresentada na publicação "Nature Medicine", resulta em rins menos eficazes do que os naturais. Mesmo assim, os pesquisadores de medicina regenerativa afirmam que ela representa uma enorme promessa.
Técnicas semelhantes para desenvolver partes do corpo mais simples já tinham sido utilizadas antes, mas o rim é um dos órgãos mais complicados de ser desenvolvido. Os rins filtram o sangue para remover resíduos e excesso de água. Eles também são o órgão com o maior número de pacientes na fila de espera de transplantes.
A técnica dos cientistas americanos consiste em usar um rim velho, retirar todas as suas células antigas e deixar apenas uma espécie de esqueleto, uma estrutura básica, que funcione como uma espécie de armação. A partir daí, o rim seria então reconstruído com células retiradas do paciente. Isso teria duas grandes vantagens sobre os habituais transplantes de rim.
Como o novo tecido será formado com células do paciente, não será necessário o uso de drogas antirrejeição, que evitam que o sistema imunológico bloqueie o funcionamento do órgão "estranho" ao corpo. Seria possível também aumentar consideravelmente o número de órgãos disponíveis para transplante. A maioria dos órgãos usados atualmente acaba rejeitada.

Teia de células
Nesse estudo, os pesquisadores usaram um rim de rato e aplicaram um detergente para retirar as células velhas. A teia de células restante, formada por proteínas, tem a forma do rim, e inclui uma intrincada rede de vasos sanguíneos e tubos de drenagem.

Esta rede de tubos foi utilizada para bombear as células adequadas para a parte direita do rim, onde se juntaram com a "armação" para reconstruir o órgão. O órgão reconstituído foi mantido em um forno especial por 12 dias para imitar as condições no corpo de um rato.
Quando os rins foram testadas em laboratório, a produção de urina chegou a 23% das estruturas naturais. A equipe, então, transplantou o órgão para um rato. Uma vez dentro do corpo, a eficácia do rim caiu para 5%.
No entanto, o pesquisador principal, Harald Ott, disse à BBC que a restauração de uma pequena fração da função normal já pode ser suficiente: "Se você estiver em hemodiálise, uma função renal de 10% a 15% já seria suficiente para livrar o paciente da hemodiálise. Ou seja, não temos que ir até o fim (garantir os 100% da função renal)."
Ele disse que o potencial é enorme: "Se você pensar sobre os Estados Unidos, há 100 mil pacientes aguardando por transplantes de rim e há apenas cerca de 18 mil transplantes realizados por ano." "O impacto clínico de um tratamento bem-sucedido seria enorme."

'Realmente impressionante'
 
Seriam necessárias ainda várias pesquisas antes de que o procedimento fosse aprovado para uso em pessoas. A técnica necessita ser mais eficiente, para a restauração de um maior nível de função renal. Os pesquisadores também precisam provar que o rim continuaria a funcionar por um longo tempo.


Haverá também os desafios impostos pelo tamanho de um rim humano. É mais difícil colocar as células novas no lugar certo em um órgão maior. O professor Martin Birchall, cirurgião do University College de Londres, envolveu-se em transplantes de traqueia produzidos a partir de armações desenvolvidas em laboratório. Sobre a pesquisa com o rim, ele disse: "É extremamente interessante, e realmente impressionante."

"Eles (os pesquisadores que desenvolveram o rim de rato) abordaram algumas das principais barreiras técnicas para tornar possível a utilização de medicina regenerativa para tratar de uma necessidade médica muito importante."
Ele disse que tornar o desenvolvimento de órgãos acessível a pessoas que necessitam de um transplante de órgão poderia revolucionar a medicina: "Do ponto de vista cirúrgico, é quase o nirvana da medicina regenerativa que você possa atender à maior necessidade de órgãos para transplante no mundo - o rim."


fonte:
g1globo



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14/04/2013

"Tire suas dúvidas sobre declaração de
 planos de saúde no IR"

 

 

 

 

 

Especialistas do IOB Folhamatic respondem a perguntas de internautas sobre declaração de planos de saúde no imposto de renda 2013

 

 

 

 


Marcos Santos/USP Imagens
Estetoscópio em cima de um caderno de anotações
1. Tenho filhos gêmeos que estão com seis meses e são meus dependentes no plano de saúde. Sou obrigada a declarar os dois como dependentes, ou é possível declarar um como meu dependente e o outro como dependente do meu marido?

Resposta: Cada um dos filhos pode ser considerado dependente na declaração de cada um dos pais. Entretanto, a despesa com o plano de saúde será considerada apenas na declaração em que o dependente estiver informado.
2. O que é "parcela não dedutível" quando se declara, na ficha "Pagamentos Efetuados", gastos com plano de saúde e dentista?
Resposta: O campo "Parcela não dedutível/valor reembolsado" da ficha "Pagamentos Efetuados" deve ser preenchido nos casos em que: 1) as despesas médicas ou hospitalares efetuadas pelo contribuinte não sejam relativas a si próprio nem a seus dependentes ou alimentandos; 2) o declarante, empregado, faz o pagamento das despesas médicas e o seu empregador efetua o reembolso e não retém o recibo relativo a essas despesas; e 3) quando as despesas com médicos, dentistas e hospitais são reembolsadas pelo plano de saúde. 
3. Tenho um plano de saúde empresarial e no ano de 2012 apresentei recibos de cinco médicos e laboratório, totalizando 6.800 reais, para reembolso junto à empresa. Fui reembolsado em 4.400 reais, conforme demonstrativo recebido. Tenho que declarar esses pagamentos e recebimentos em minha declaração (modelo completo)? Se for afirmativo e obrigatório, onde devo lançar esse valor pago aos médicos (6.800 reais) e onde lançar o valor (4.400 reais) que foi ressarcido pelo plano de saúde?
Resposta: Sim, você deve declarar tanto os pagamentos, quanto o valor reembolsado pela empresa. Informe os valores pagos aos médicos e ao laboratório na ficha "Pagamentos Efetuados", nos códigos 10 e 21, e os reembolsos no campo "Parcela não dedutível/valor reembolsado".
4. Eu pago o plano de saúde da minha família (o meu, da minha esposa e do meu filho) mensalmente. Posso cadastrar esses pagamentos no campo "Pagamentos Efetuados", declarando o somatório dos valores pagos em 2012 ou tenho que cadastrar cada membro da família pelo respectivo somatório anual? Como declarar esses gastos?
Resposta: As despesas devem ser informadas em nome de cada membro da família. No caso de pagamento de plano de saúde, selecione na ficha “Pagamentos Efetuados” o código 26 e informe se a despesa se refere ao titular ou dependente (o próprio programa apresenta as opções e você apenas deve selecionar uma delas), o nome e o número de inscrição no CNPJ da operadora do plano de saúde, o valor pago e a parcela não dedutível/valor reembolsado. 
5. Como e em que coluna eu lanço gastos com saúde e remédios? Preciso ter nota fiscal desses gastos ou não? O dentista, por exemplo, não me deu a nota fiscal, apenas um recibo com CPF dele. Isso vale?
Resposta: Os gastos com despesas médicas devem ser informados na ficha “Pagamentos Efetuados”. Os gastos com remédios não podem ser deduzidos como despesas médicas, a não ser que integrem a conta emitida pelo estabelecimento hospitalar. O recibo com o nome e CPF do dentista é um documento válido para dedução como despesa médica.











Editado por Priscila Yazbek, de 

 fonte:

seu-dinheiro/imposto-de-renda/dicas-de-imposto-de-renda/noticias/tire-suas-duvidas-sobre-
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13/04/2013


"Vacinação contra a gripe tem início na segunda-feira, dia 15"

 

Meta do Ministério da Saúde é vacinar 32 milhões de pessoas, o equivalente a 80% do público-alvo. 
 
 Mulheres em puerpério (no período de até 45 dias após o parto) e doentes crônicos fazem parte do público-alvo.

Começa nesta segunda-feira, dia 15, em todo o Brasil a campanha nacional de vacinação contra a gripe.  Neste ano, o período de vacinação ocorre entre 15 a 26 de abril. 

A meta do Ministério da Saúde é vacinar 32 milhões de pessoas, o equivalente a 80% do grupo prioritário: idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, indígenas, gestantes, pessoas privadas de liberdade e profissionais de saúde. 

Também receberão a vacina mulheres no período de até 45 dias após o parto (em puerpério) e os doentes crônicos, que terão o acesso ampliado a todos os postos de saúde e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

Na campanha do ano passado, 26 milhões de pessoas foram vacinadas, o que representa 86,3% da população-alvo. 

O índice superou a meta de 80% prevista. 

Na etapa atual, o público-alvo representa aproximadamente 39,2 milhões de pessoas. 

“A novidade da campanha é que, este ano, fazem parte do público prioritário mulheres no período de até 45 dias após o parto e os doentes crônicos. 

A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. 

Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas da gripe devem procurar o posto de saúde porque tem tratamento”, alerta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

SEGURANÇA - O objetivo da vacinação é contribuir para a redução das complicações, internações e óbitos provocados por infecções da gripe. 

Para tanto, serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no inverno passado (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). 

“A vacina da influenza tem a imunidade curta, de nove a doze meses. 

Depois de vacinadas, as pessoas estarão protegidas a partir de 15 dias. 

Quem foi vacinado no ano passado, precisa tomar a dose novamente”, orienta o ministro da Saúde.
  
Feita com o vírus inativado, a vacina é segura e a única contra indicação é para as pessoas que têm alergia severa a ovo.

A ação do Ministério da Saúde irá contar com 65 mil postos de vacinação e envolvimento de 240 mil pessoas, com a utilização de 27 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais, e conta com a parceria das três esferas gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS) - Ministério da Saúde e secretarias estaduais e municipais de saúde. 

Para apoiar as ações de mobilização da população e de preparação das equipes de saúde da família, o Ministério da Saúde está enviando aos estados e municípios R$ 24,7 milhões, recursos que serão repassados do Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais e municipais.

A vacinação é feita com objetivo de diminuir o risco de ter a doença grave. 

As pessoas que apresentarem os sintomas da gripe devem procurar o posto de saúde, pois há tratamento. 

As ações do Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, visam tanto a prevenção quanto o tratamento e o diagnóstico precoce. 

Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
TABELA 1
Pacientes cujas doenças crônicas tem indicação para a vacina

Categoria Indicações
Doença respiratória crônica Asma em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
DPOC;
Bronquioectasia;
Fibrose Cística;
Doenças Intersticiais do pulmão;
Displasia broncopulmonar;
Hipertensão arterial Pulmonar;
Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.
Doença cardíaca crônica Doença cardíaca congênita;
Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade;
Doença cardíaca isquêmica;
Insuficiência cardíaca.
Doença renal crônica Doença renal nos estágios 3,4 e 5;
Síndrome nefrótica;
Paciente em diálise.
Doença hepática crônica Atresia biliar;
Hepatites crônicas;
Cirrose.
Doença neurológica crônica Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares;
Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.
Diabetes Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Imunossupressão Imunodeficiência congênita ou adquirida
Imunossupressão por doenças ou medicamentos
Obesos Obesidade grau III.
Transplantados Órgãos sólidos;
Medula óssea.

TABELA 2
Quantitativo de doses e população- alvo por Unidade da Federação (UF)


UF DOSES POPULAÇÃO ALVO
RO 291.020 265.770
AC 157.200 143.557
AM 770.520 703.669
RR 136.330 124.497
PA 1.342.100 1.225.658
AP 118.270 108.002
TO 277.660 253.566
NORTE 3.093.100 2.824.719
MA 1.273.860 1.163.335
PI 631.800 576.986
CE 1.716.940 1.567.976
RN 641.060 585.435
PB 836.410 763.841
PE 1.823.370 1.665.175
AL 596.430 544.681
SE 387.240 353.641
BA 2.848.510 2.601.374
NORDESTE 10.755.620 9.822.444
MG 4.324.670 3.949.466
ES 748.640 683.685
RJ 3.785.210 3.456.804
SP 9.753.640 8.907.426
SUDESTE 18.612.160 16.997.381
PR 2.736.060 2.498.682
SC 1.649.590 1.506.468
RS 3.185.020 2.908.685
SUL 7.570.670 6.913.835
MS 589.770 538.596
MT 613.160 559.963
GO 1.205.900 1.101.276
DF 497.090 453.955
C.OESTE 2.905.920 2.653.788
BRASIL42.937.47039.212.168


Por Silmara Cossolino, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-2577/3580


fonte:


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