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22/08/2014

  "relatos de vítimas do ex-médico " 
[não dá para se calr e ficar alheio (a)

"Veja relatos de vítimas do ex-médico Roger Abdelmassih"

Ex-médico chegou a São Paulo na tarde desta quarta-feira (20).

 
Grupo de mulheres foi ao aeroporto de Congonhas acompanhar prisão.



Lívia Machado Do G1 São Paulo


Vítimas do ex-médico Roger Abdelmassih, preso nesta terça-feira (19) em Assunção, capital do Paraguai, relembram com revolta os estupros sofridos e se dizem aliviadas após anos em busca de Justiça. Veja abaixo os relatos:

Vanuzia Leite Lopes, criadora da associação de vítimas (Foto: Reprodução/Globo News)Vanuzia Leite Lopes, criadora da associação de
vítimas (Foto: Reprodução/Globo News)
Vanuzia Leite Lopes, criadora da associação de vítimas
"Eu estou curada. Ele está entrando preso e eu estou livre. Eu fiquei dois anos sem sair de casa, com pânico desse homem", contou.

"Ele me violentou quando eu estava sedada, só que eu acordei alguns minutos antes e consegui me desvencilhar e fazer o exame de corpo de delito. Fui a vítima que teve a prova cabal contra ele porque tive esse documento”, disse.

"Ele não vai sair (da prisão). Eu agi em legítima defesa hoje e esses anos todos para colocar ele aqui de volta. Ele destruiu vidas."

"Eu tenho nojo desse homem, tenho medo. Ele acabou com a minha vida e com a vida de milhares de mulheres. Seja bem-vindo ao inferno. Você não vai sair daqui, não tem ministro que vai tirar você daqui mais. Eu estudei direito, eu derrubo qualquer tese. Eu estudei direito para isso"

"Nós juntamos 300 documentos, mandamos para todos os veículos, para a polícia e fomos nós que conseguimos tudo. Contas de telefone, endereços, transferências bancárias. Faz três anos que eu converso com denunciantes, que eu conto a minha história, dizendo que ele fez sexo anal comigo, que ele me passou uma bactéria. Eu me humilhei".
"Não tenho medo que ele saia, ele não vai sair. Eu agi em legítima defesa hoje e esses anos todos para colocar ele aqui de volta. Nós vamos também na ONU representar como crime contra a humanidade porque ele misturou os nossos embriões com o de animais. Ele destruiu vidas"
"Ele disse uma vez que ele era o Deus aqui na terra. E agora pra onde ele vai é o inferno. Ele não é Deus lá não."

Yvany Serebenic, empresária (Foto: Reprodução/Globo News)Yvany Serebenic, empresária
(Foto: Reprodução/Globo News)
Yvany Serebenic, empresária
"Me paralisei (ao saber da prisão). Não sei se sinto fome, cansaço. Se ele não vai dormir, eu também não. Enquanto não vi as imagens não acreditei. Eu achei que ia ficar muito feliz, mas não conseguia imaginar a sensação. Agora o medo é dele não ficar preso."
"Eu quero que ele apodreça na cadeia. Que ele viva muito para ele poder apodrecer e pensar e pagar por tudo que ele fez com a gente. Nós vamos até o fim, vamos continuar lutando."

"Eu recebi de forma bastante satisfeita, com sensação de ter ajuda nisso. Nós, vítimas, contribuímos bastante com as denúncias. Recebíamos várias informações e íamos municiando a polícia. Eram informações de verdade, porque graças a ela a gente consegui desvendar esse paradeiro misterioso."
“Logo que denunciei recebi telefones dizendo que iam acabar comigo, iam me destruir. Que eu ia pagar. Foram buscar diagnóstico meu antigo para saber se eu tinha problema de engravidar. Tentavam alegar que eu não tinha procurado tratamento com ele.”
”Apelo para a Justiça para que ele fique realmente preso, que ele viva muito e pague dentro da prisão pelos crimes que cometeu. Se mais uma vez esse homem for solto quem vai viver foragida somos nós.”

Maria Silvia de Oliveira Franco, artista plástica (Foto: Reprodução/Globo News)Maria Silvia de Oliveira Franco, artista plástica
(Foto: Reprodução/Globo News)
Maria Silvia de Oliveira Franco, artista plástica
"Todo mundo que foi vítima dele, não pode ter uma sensação melhor do que essa justiça sendo feita. Eu tinha certeza que isso ia acontecer."

"Ele destruiu famílias, destruiu sonhos de mulheres, casamentos e famílias. (...) Perdi parte da saúde, fiquei doente, não tive filho, não consegui engravidar, minha vida ficou caída, me separei do meu marido, fiquei um ano, dois anos sem ninguém encostar em mim."
“Ele me fez abortar com quatro meses, sozinha em casa, sem amparo médico. Ele não me deixou ir para o hospital. Ele mandou eu pegar o meu feto e colocar na geladeira, porque ele queria analisar o meu feto. Esse homem é um monstro. Ele pegou os meus embriões, ele implantou em outras mulheres, eu tenho filhos por aí. A gente está mostrando o rosto para essas crianças, esses adolescentes, para nos encontrarem um dia.”
 


Helena Leardini (Foto: Reprodução/Globo News)Helena Leardini (Foto: Reprodução/Globo News)
Helena Leardini
“Ele me agarrou e beijou à força. Eu estava lúcida. Eu estou me sentindo emocionada pelas meninas, mas é alívio. É difícil encarar um homem que fez o que fez com essas pacientes."

“A defesa dele dizia que eram mulheres frustradas que não conseguiam ter filhos que estavam entrando contra ele e que poderiam estar confundindo as coisas. Ele me agarrou e eu estava lúcida, e eu engravidei de gêmeas dentro da clínica dele, então, eu derrubo a defesa dele. Não tem defesa. Ele é safado, ele é estuprador, ele é um monstro sim.”
“É difícil você encarar um homem que fez o que ele fez. Nós sabemos de detalhes do que ele fez com mulheres que é terrível. Pacientes que retalharam as coxas porque era onde ele pegava, mulheres que apanharam dos maridos, que foram abandonadas.”

“Nós estamos aqui dizendo que agora é a nossa vez. Nós nos juntamos e conseguimos prender esse safado.”
"A gente não quer o dinheiro dele, a gente quer justiça. Ele foi condenado a 278 anos de prisão e a gente quer ele preso."

Teresa Cordioli, vítima de Roger na década de 70 (Foto: Lívia Machado/G1)Teresa Cordioli, vítima de Roger na década de 70
(Foto: Lívia Machado/G1)
Teresa Cordioli, escritora, assediada pelo médico em 1970, aos 18 anos, quando Roger Abdelmassih era residente em um hospital em Campinas.
“Eu tive uma crise de cólica renal, e meus pais me levaram para Campinas, no INPS da época. Eu fui atendida por ele [Roger], que me encaminhou para o hospital e fez a internação. Já no consultório, ele foi me ajudar a deitar, e eu senti que ele estava excitadíssimo. Fiquei assustada, mas achei que fosse algum aparelho de médico. Fui internada e só ele entrava no quarto. Ele não deixa ninguém mais ser internada junto comigo. Só deixou uma mulher cega e disse que ele era esperto. Ele erguia minha roupa, me manipulava. Eu estava de sonda, com soro nos dois braços. Ele sugava meu seio, lambia as partes, queria que eu fizesse sexo oral, esfregava o membro no meu rosto." Nessa época, Roger tinha 28 anos, e era médico-residente.
Em uma segunda ocasião, novamente por problemas renal, Teresa voltou a ser internada no mesmo hospital e foi atendida por Roger. “Eu não contei para meus pais, irmãos, de medo, vergonha. Na segunda vez os avanços eram bem maiores, ele queria até comprar minha virgindade. Ele tentou me tirar do hospital, falou que ia me levar", recorda.
Teresa diz que fugiu do hospital acompanhada de uma amiga, com medo de ser sequestrada por Abdelmassih. “Corremos tanto, o medo de encontrar com ele. Não assinei alta até hoje. Fugimos do hospital”, revela.
Durante muitos anos, ela acompanhou o crescimento profissional do médico calada. Só teve coragem de se expor publicamente em 2009, após ouvir as declarações de Abdelmassih na imprensa. "Ele falava que as mulheres que o denunciaram não tinham rosto e estavam todas dopadas. Eu não estava dopada", afirma. 
"Eu vi a ascensão e a caída dele, de camarote. E aplaudindo. O maior estupro foi feito pelo (ministro do do Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, que o soltou. Aí nós criamos mais força na busca", relata.
Nesta terça, Teresa tentou ir até o aeroporto para assistir o médico ser levado para o presidio. A escritora reside em Sumaré, no interior de São Paulo, e não conseguiu chegar a tempo. À noite, porém, se reuniu com as demais vítimas na casa de Helena Leardini.
“A sensação não é nem de alegria e nem tristeza. É de Justiça. Eu perdi muitos anos da minha vida com medo, angustia, vergonha, nojo de beijo, daquela baba fedida, ele fede. Só fui me casar com 26 anos, sem nunca ter dito relação. Foi muito difícil.”


Cristina Silva, vítima de Roger Abdelmassih em 98 (Foto: Lívia Machado/G1)Cristina Silva, vítima de Roger Abdelmassih em 98
(Foto: Lívia Machado/G1)
Cristina Silva - vítima de Roger em 1998. "Fiz as três tentativas, mas no meu caso não houve o estupro na sala de sedação. Ele me assediou mesmo na consulta, já logo no início. Tentei me desvencilhar, ia acompanhada da minha mãe, do meu marido, de uma amiga", diz ela que manteve o drama em segredo pelo mesmo receio relatado pelas demais mulheres.
Após o tratamento, Cristina acionou o Conselho Regional de Medicina. "Mandei uma carta ao CRM (Conselho Regional de Medicina) porque ele cometeu um erro comigo. Eu tinha uma série de problemas hormonais e não poderia ter feito o tratamento. Ele ignorava todas as vezes que questionávamos sobre isso. Ele também vendia medicação na clínica e tirava a oportunidade de a gente comprar em outro lugar. Além do assédio. O CRM acatou e abriu uma sindicância. Isso foi em 1999. Passou anos. Não tinha como eles acreditarem em mim. Eu não tinha celular, recurso de gravação.”
Para ela, o médico destruiu seu desejo de ter uma família. "Primeiro que o sonho que eu tinha, ele vende sonhos, mas visa lucro. Ele usa até isso para poder agir dessa forma crápula. Eu não tive os bebês como ele havia prometido."
Cristina esteve no aeroporto e também comemorou a prisão do ex-médico. "A sensação é de vitória, embora em 2011 também tenha sido vitória. Esperamos que dessa vez não tenha habeas corpus."
Vítimas aguardam chegada do ex-médico no aeroporto de Congonhas (Foto: Lívia Machado/G1)Vítimas do ex-médico Roger Abdelmassih foram foram ao Aeroporto de Congonhas para mostrar que elas "têm rosto" (Foto: Lívia Machado/G1)
 
 
 

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fonte:
g1


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24/03/2012






































 ..."combate o bullying por meio da prevençãoconscientização,  alianças governamentaisapoio as vítimas, campanhas e por meio da capacitação  de  professores."
 ..."sobre o que é e de onde vem o bullying, como difundem o problema através da campanha 'Ser boa é que sempre está na moda', alternativa para uma saudável convivência."

"Bullying, quando a escola é o inferno"

"Brincadeira sem graça"








Em 2011, ao menos 190 jovens cometeram suicídio na Cidade do México em consequência do bullying, aponta estudo da organização cidadã "Fundação em Movimento". 

O Instituto Nacional de Psiquiatria do México é taxativo ao advertir que, se o assédio escolar persistir no mesmo ritmo, em 2020 o suicídio será a primeira causa de morte entre os jovens.

A cena se repete: um agressor (menino ou menina) intimida, maltrata e ameaça uma vítima, deixando transparecer o grande desequilíbrio de forças

O cenário: uma escola. 

Por este motivo muitas crianças e adolescentes já não querem ir à escola. Um local que para uma parcela já é sinônimo de inferno.

É o caso de Yaretzi, de 10 anos, que chegou inclusive a sofrer violência física. "Um dia tocou meu telefone e era a subdiretora da escola da minha filha pedindo para que eu fosse rapidamente porque ela havia se envolvido em uma briga com outra menina e estava com um grave ferimento na cabeça.

O relato é de Laura Gómez, mãe de Yaretzi, na página da associação "Fundação em Movimento", onde esta família, desesperada, bateu em busca de ajuda. 

Esta instituição combate o bullying por meio da prevenção, conscientização, alianças governamentais, apoio as vítimas, campanhas e por meio da capacitação de professores.

Na opinião dos médicos que tratam Yaretzi é provável que ela apresente sequelas físicas por toda vida por causa dos golpes recebidos. Diante da gravidade das lesões, o caso foi parar no Ministério Público.





Para Maria, mãe de Sara, de 11 anos, é difícil compartilhar a história de sua filha. Durante entrevista a Agência Efe, em várias partes da conversa, ficou nítido o timbre de profunda dor em sua voz. 'Hoje minha pequena não foi à escola', lamenta.
Ela contou que 'uma menina tornou impossível a vida de sua filha no ano passado. Suas armações a deixaram completamente só, a tal menina conseguiu afastar todas as amigas de minha filha. Nesse caso, a mãe não obteve apoio da direção da escola, para quem o suposto assédio sofrido por Sara era pura invenção infantil.

Maria revela que foi percebendo mudanças no comportamento de sua filha de forma paulatina: depressão, angústia e problemas para dormir

Sem saber o que fazer e sem o apoio da escola, a mãe entrou em contato com a Fundação em Movimento.


Primeira mostra de rejeição social
 
O bullying ou assédio escolar 

é um problema que apenas na Cidade do México afeta 77% dos estudantes dos ensinos
 Fundamental e Médio, de acordo com o relatório da Secretaria de Educação Pública sobre violência escolar.

Este anglicismo se refere a toda forma de maus-tratos físico, verbal e psicológico que ocorre dentro do ambiente escolar, de forma reiterada e por longo tempo.

No caso de Sara, felizmente, a intimidação foi só verbal. Ela sofria com insultos e difamações. Os ataques psicológicos deixavam a vítima insegura e isolada, sem amigos.

Embora pareça que este tipo de assédio é menos nocivo do que a agressão física, as consequências podem gerar no futuro uma importante desordem emocional na vítima. Para os analistas, o suicídio pode ser uma opção para quem sofre, já que é visto como a única saída para os problemas.

Trixia Valle, diretora-geral da 'Fundação em Movimento' e autora do livro 'Yá no quiero ir a la escola!' (Editoria Porrúa), revela que 'o bullying é para uma criança a primeira mostra de rejeição social, o que pode criar nela um conceito errado sobre si mesma.

A especialista explica que o auto conceito é

formado a partir das ideias externas recebidas
levadas a mente e que se transformam em
crenças fixas sobre si mesmo
Na vida adulta isso se transforma em
baixa autoestima. 

Em casos graves, o bullying pode levar à sociopatia e outros transtornos da personalidade.

O Instituto Nacional de Psiquiatria do México calcula que se o problema continuar persistindo no mesmo ritmo, no ano de 2020 o suicídio será a primeira causa de morte entre os jovens.



Afinal, alguma atitude está sendo tomada para frear esta forma de violência? 

A aprovação, no início de 2012, da Lei de Promoção da Convivência Livre de Violência para o Distrito Federal (DF) demonstra que existe vontade política.

A lei pretende erradicar e prevenir os maus-tratos na comunidade escolar, tanto nos níveis básicos quanto no superior da capital do país.

O decreto indica, entre outros, que os princípios reitores da lei são o respeito à dignidade humana, a prevenção da violência, a não discriminação, a cultura de paz, a perspectiva de gênero, a resolução não violenta de conflitos e o enfoque de direitos humanos.

Trixia Valle, que também sofreu bullying na infância, acredita que 'ajuda a existência de um contexto de regras claras de convivência, fomento à prevenção e apoio a quem o sofre. No entanto, as crianças e os jovens não querem que ninguém diga a eles o que fazer, mas como fazer. Por isso, um programa que só aponta o que faz mal tem uma aplicação prática mediana'.


Conforme a escritora, na fundação que dirige não só se explica sobre o que é e de onde vem o bullying, como difundem o problema através da campanha 'Ser boa é que sempre está na moda', alternativa para uma saudável convivência.




Efe 



Pais atentos
 
Recentemente, o bullying foi classificado como doença e como tal, uma vítima pode receber indenização por danos físicos e psíquicos sofridos. 

'Um diagnóstico perigoso', na opinião de Trixia. Ela teme que 'criar indenizações para as vítimas pode se transformar em uma forma de fazer mau uso de uma tragédia e da difamação'.
Por isso, mais que uma doença, Trixia vê o bullying como 'um fenômeno social em consequência de que os adultos não cuidam o suficiente das crianças ao criá-las em um contexto que proteja sua inocência.

Existe atualmente muita pornografia, violência explícita, falta de sensibilidade com a dor e o medo alheio.

 Esses fatores afetam as crianças e por isso as reações na forma de violência.


O bullying é uma realidade que deve ser erradicada a partir de diferentes frentes: família, escola e sociedade
 Os pais têm de estar atentos aos sinais presentes em seus filhos para conseguir detectar se são vítimas de assédio escolar.




Mas o que leva uma criança a exercer este tipo de violência contra outra?

Para a diretora da fundação a resposta a esta pergunta é simples. 
Esses pequenos agressores que copiam condutas negativas sofreram situações de bullying familiar, crescerem sob o estímulo da violência e sem limites claros.

Por conta disso tudo, detalha a especialista, não sabem se comportar de outra maneira. 

Muitas vítimas em idades adiantadas se transformam em agressoras por medo de voltar a sofrer o mesmo.

O caminho para prevenção passa por manter uma comunicação aberta com os filhos

Se sentem que podem contar com os pais terão maior confiança para compartilhar as inquietações e problemas, sem medo algum de ir para escola: o local para aprender e progredir na vida longe da violência.
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"Obs: Os nomes usados nessa reportagem, para as vítimas, são fictícios."

 

fonte:
noticiasmsn

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